Esse poema é para meus vários nomes. Todos Vocês.

Eu não temo por mim, sei que sou forte. Temo por eles, sempre temi.
O meu coração foi rasgados em tiras.
Para cada um, um pedaço.

Não sou só sorrisos, não sou só palavras.
Sou o silêncio que você não escuta, sou as sombras que você não percebe.
Esqueça aquela introdução. O que eu te mostro são risadas, como uma fachada de diamantes que atrai olhares para o brilho, mas atrás dessa fachada está meu verdadeiro eu, uma caverna profunda e sombria.

Não é por mim que eu temo, é por ele.
Se eu não o amasse não importaria.
Se eu não lhe quisesse o bem não temetia.
Olhe aqui nos meus olhos, são de vidro.

Quando vem essa palavra tão rodada não me vem a cabeça nenhum de seus nomes.
Vem o dele, vem ele.
E por que estou confessando?
Não sei, estou cansada de fingir, sorrisos.

Esqueça o corpo, você que está lendo, preste atenção no final.
Eu ainda espero, tesão infinito.
Eu ainda espero, batidas descompassadas de coração.
Todo mundo espera, eu busco, e buscar esta sendo minha ruína.
Fatiei meu coração em tiras, e para cada um dei um pedaço.
Meu grande erro, esqueça tudo o que leu, o fim está aqui, no sangue.
Lágrimas se foram, já é clichê, tem tanto tempo que não sei chorar por você que ás vezes desacredito nas minhas palavras, tenho a quase certeza que isso é tudo da minha cabeça para me fazer acreditar que tenho boas desculpas.
Não interessa o corpo do texto. Estou confusa, e isso, meu caro, merece uma dança.
Com ele.

Há todo dia coloco em mãos estranhas um pote cheio de chaves, para aquele mais persistente abrir meu coração guardado a sete chaves.
Meu bem, não é porque entra que gira. Até chaves são traiçoeiras.
Esse coração trancafiado é para o mais persistente, talvez honrado.
Espero eu.que venha com boas qualidades.
Ajude-me Deus!

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Musgos molhados.

Desculpe  não corresponder suas expectativas, eu sou assim, nua, crua, fria, diria até como um sushi, e meu amor, se você não gosta de sushi eu sinto muito por ti.
Eu só posso te dar o que tenho, não espere muito, eu me sinto sufocada, confesso, mas é o meu jeito desconexos de viver.
Odeio expectativas, eu te disse isso assim que o conheci. E estou aqui fervilhando minha mente de maneiras diferentes de acabar tudo é sumir. Quando eu for, não me odeie por não saber te amar da mesma forma como me amou, tenho esse problema com o amor, eu sempre correndo de encontro a ele e ele correndo de mim.
Seja feliz eu diria, mas dor é passageira e o que você sente por mim acabará, teste teus limites meu amor, ironia deveria ser meu nome.
Verde flor, na minha vida apenas ando pisando em musgos molhados.

Não peço desculpas pelo que não fiz.

A situação está tão critica que eu ando pedindo beijo só pra te calar. Você não percebe suas palavras se desvairado no ar.
Um sufoco in-significante é o que sinto, fujo das palavras tão temidas.
Não sei como te dizer não, não acredito em signos, o meu está errado, sou tão teimosa quando um leão, ou seria capricórnio?
Mil desculpas eu te digo, mil palavras te omito, não quero ter que dar a palavra final, meu coração não é de mármore.
Sinto ter que me matar, sinto ter que te matar, mas só há uma opção.
Entre você ou eu, opto eu.
Duplo significado, está em tantas partes, como é achar o errado quando não existe o certo?
Máquinas de igualdade faz um cidadão?
Pessoas optando o diferente, na justiça quer igual.
Não entendo humanos, ironia eu ser um.
Todos dizem loucos, mas todos são iguais, no fundo do fundo que querem ser estranhos para a solidão não chegar arrasando esses pobres corações.
Por acaso descobri minha dúvida, ela estava nas rimas não intencionais.
Odeio rimas não intencionais, faz me sentir viva no meu próprio enterro, como no sonho de anteontem, outro ser estranho.
Estória para depois.
Sou tão normal quanto você, apenas como comida diferente, você é o que come.
Eestou cansada de fingir o que não sinto, mas um beijo pra te calar, juro que… Na verdade não faço nada.
Eu sei que hoje te magoei, só não consigo pedir desculpas pelo que não sinto.
Consciência leve, pesada aqui só minhas palavras.