Na noite as ideias fervilham sentimentos vazios.

Odeio quando vou tomar banho e ter que ficar comigo mesma. Ter que escutar minha mente perturbada troçando de mim mesma.
Ás vezes converso sozinha, é pior, me sinto mais doida que antes.
Recorro aos olhos tão mansos de um canino me olhando de longe, mas isso não me faz sentir melhor, a lista dos não-gosto é grande. Mais comprida que minha língua de escritora ferina.
Dizem para não me matar, mas é apenas o que nós fazemos há cada mês que se passa, vivendo.

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