Se cortou todos os dedos fora não culpe a maquinaria.

Cortei os seus pulsos. 
O sangue que saiu me fez sentir gozo. 
Meu lado psicótico pediu bis. 
Mas chocolate não me basta. 
Repeti o ato em dois. 
Até que três me farta. 
Cortei a língua fora. 
Meus olhos esmoreceram ao mandato. 
Tinha quase um ano sem nada pra ingerir. 
Quando sorri, quando gritei. 
Ninguém me entendeu quando o matei. 
Eu tinha que o fazer. 
Era o certo a se fazer. 
Odeio laranja, quem dirá outras cores brandas. 
Rasguei as verdades quando eu o culpei pelos meus atos. 
Quero que você morra. 
Mas isso, não é segredo. 

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Semana do odeio.

Tente me olhar e decifrar, quem sabe consiga ler o “Dane-se” em minha testa?! Adivinha? Ele chegou!

Sinto o amor.

Sinto-me viva,
Sinto-o aqui.
Sinto-me culpada por o amar tanto.
Meu fôlego é quase palpável, tamanha é minha aflição, ansiedade.
Preciso de ti,
preciso pra mim.
Está tão perto, está tão distante,
No meu coração.
Sinto-o lábios, sinto cheiro teu.
É quase tão único como nosso sol, é quase tão meu.
Sinto-me sozinha, sinto-o perdido.
Preciso de ti, precisas de mim.
Como um navegador procura a bússola.
Como um perdido procura as estrelas.
Sinto-o meu, sinto-me sua.

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Olha, pois bem, nem todo sorriso significa felicidade. Assim como nem toda mulher que ama deve anunciar aos quatro ventos, quem não é mais exclusivo que se não o amado?

Jeito gostoso de se fazer rir.

Jogado era o estilo dele. Barba por fazer, cabelo bagunçado, sorriso torto, uma insinuação de cozinha ao lado direito do rosto e um andando diferente.
A voz sexy e o jeito especial de fazer rir. Não era o certo, mas fazia certo, isso o tornava especial.

F. 3:35

Falo muito, exponho pouco.
A verdade é que falo muito, gesticulo, fantasio. Mas abaixo disso tudo, exponho pouco.
Você vai saber tudo o que acha saber, mas não vai saber nada.

Esse poema é para meus vários nomes. Todos Vocês.

Eu não temo por mim, sei que sou forte. Temo por eles, sempre temi.
O meu coração foi rasgados em tiras.
Para cada um, um pedaço.

Não sou só sorrisos, não sou só palavras.
Sou o silêncio que você não escuta, sou as sombras que você não percebe.
Esqueça aquela introdução. O que eu te mostro são risadas, como uma fachada de diamantes que atrai olhares para o brilho, mas atrás dessa fachada está meu verdadeiro eu, uma caverna profunda e sombria.

Não é por mim que eu temo, é por ele.
Se eu não o amasse não importaria.
Se eu não lhe quisesse o bem não temetia.
Olhe aqui nos meus olhos, são de vidro.

Quando vem essa palavra tão rodada não me vem a cabeça nenhum de seus nomes.
Vem o dele, vem ele.
E por que estou confessando?
Não sei, estou cansada de fingir, sorrisos.

Esqueça o corpo, você que está lendo, preste atenção no final.
Eu ainda espero, tesão infinito.
Eu ainda espero, batidas descompassadas de coração.
Todo mundo espera, eu busco, e buscar esta sendo minha ruína.
Fatiei meu coração em tiras, e para cada um dei um pedaço.
Meu grande erro, esqueça tudo o que leu, o fim está aqui, no sangue.
Lágrimas se foram, já é clichê, tem tanto tempo que não sei chorar por você que ás vezes desacredito nas minhas palavras, tenho a quase certeza que isso é tudo da minha cabeça para me fazer acreditar que tenho boas desculpas.
Não interessa o corpo do texto. Estou confusa, e isso, meu caro, merece uma dança.
Com ele.

Há todo dia coloco em mãos estranhas um pote cheio de chaves, para aquele mais persistente abrir meu coração guardado a sete chaves.
Meu bem, não é porque entra que gira. Até chaves são traiçoeiras.
Esse coração trancafiado é para o mais persistente, talvez honrado.
Espero eu.que venha com boas qualidades.
Ajude-me Deus!

Coração suicida.

Você me perguntou se eu havia a perdoado.
Acho que perdoei, não tenho a mesma noção de tempo que você. Não sei quando me perguntou isso.
Ás vezes te perdoo, ás vezes. Não sei quão dilacerante foi a ferida que você provocou. Não mentiu, não traiu, não fez coisas assim, foi mais…
Lembro-me que mês passado eu havia te perdoado. Peguei o telefone para te ligar, quando a pessoa atendeu, pensei que fosse você, mas era a voz de uma criança. Juro que não quis acreditar.
Esse foi um dos meus relatos, acredito que coração partido seja mais que somente amor, acredito que seja mais que apenas compreensão.
Não estou ferido por ter levado em frente sua vida.
A culpa é minha por ter esperado, sou, ás vezes devo dizer, um pouco piegas.
Hoje eu te perdoo, mas acredito que o perdão seja além da compreensão. Não há o que perdoar. Mesmo que eu te amei mais que a mim próprio. Mesmo que você tenha me enganado, mesmo que você tenha me feito acreditar nas suas palavras perversas e cruéis, mesmo que eu tenha chorado durante mais tempo que admito para as pessoas. Mesmo que onde eu olhava eu via o teu sorriso doce. Mesmo que eu tenha lhe dito tudo que vinha ao meu coração. Mesmo que me dói até hoje quando me vem as lembranças.
Mesmo que tudo que faço eu fico com vontade de te contar. Mesmo que eu te odeie, mesmo que eu te ame.
Eu me perdoo por ter sido idiota. A culpa não foi sua por eu ter acreditado, ter forçado.
Me disseram que você está casada com um homem calado e alto, do jeito que gostava. Fazem academia juntos. Quantas crianças? Três, isso. Era para ser eu.
Novamente remoendo o se, eu nos perdoo por termos sido jovens, eu continuo a amando, não percebo que ao meu lado tem alguém que me ama, no final eu sou egoísta e ás vezes autodestrutivo, devo a amar também.
Ás vezes me perdoo pelo meu temperamento, mas hoje é a última vez que te perdoo, hoje eu vou te ligar uma última vez e escutar sua voz doce, hoje será o dia que te esquecerei.
E amanhã, prometo a mim mesmo não irei mais ter que me perdoar, porque com o adeus que.lhe darei será perdão mútuo.
Hoje ou amanhã, tanto faz, não sei se sou corajoso.
Esse é o meu relato do meu coração fraco com tendências suicidas.

1+1=1/2 mulher.

Você sabe a verdade, se esconde dela. Finge que não entende, mas quando te contam chora e diz que não sabia.
Não se faça de inútil, desentendido, mais um ponto negativo que me enoja.
Tenho duas escolhas, mas como sempre, opto pela inexistente.
O meu jeito grosso não vai te fazer fugir, apenas meu sentimento, desculpe querido, mas já me tornei meio mulher.

Não peço desculpas pelo que não fiz.

A situação está tão critica que eu ando pedindo beijo só pra te calar. Você não percebe suas palavras se desvairado no ar.
Um sufoco in-significante é o que sinto, fujo das palavras tão temidas.
Não sei como te dizer não, não acredito em signos, o meu está errado, sou tão teimosa quando um leão, ou seria capricórnio?
Mil desculpas eu te digo, mil palavras te omito, não quero ter que dar a palavra final, meu coração não é de mármore.
Sinto ter que me matar, sinto ter que te matar, mas só há uma opção.
Entre você ou eu, opto eu.
Duplo significado, está em tantas partes, como é achar o errado quando não existe o certo?
Máquinas de igualdade faz um cidadão?
Pessoas optando o diferente, na justiça quer igual.
Não entendo humanos, ironia eu ser um.
Todos dizem loucos, mas todos são iguais, no fundo do fundo que querem ser estranhos para a solidão não chegar arrasando esses pobres corações.
Por acaso descobri minha dúvida, ela estava nas rimas não intencionais.
Odeio rimas não intencionais, faz me sentir viva no meu próprio enterro, como no sonho de anteontem, outro ser estranho.
Estória para depois.
Sou tão normal quanto você, apenas como comida diferente, você é o que come.
Eestou cansada de fingir o que não sinto, mas um beijo pra te calar, juro que… Na verdade não faço nada.
Eu sei que hoje te magoei, só não consigo pedir desculpas pelo que não sinto.
Consciência leve, pesada aqui só minhas palavras.