Coisas que ninguém quer ler.

Descobri que palavras me serpenteiam como uma serpente faminta. Será que sou tinta ou sou vento?
Aqui, cá com meus botões eu cheguei à conclusão, eu sou tinta mal feita, as palavras se chegam a mim como humanos em mel. Analogia estranha e enfadonha. É o que sou. Talvez for tinta tenha alguma consequência nisso, ou talvez for algum tipo de dadaísmo. Acho que sou.