Coloque um título aqui

Certa vez, alguém, de sexo indefinido estava caminhando pelas ruas escuras e úmidas de uma certa cidadela. A pessoa não possuía   objetivo nenhum, vontade nenhuma, apenas seguia em frente. Em seu caminho as vezes surgiam pessoas, mas raramente essas pessoas mudavam algo em sua vida, mas quando mudavam, esse alguém considerava muito elas e sentia algo muito forte por elas, mesmo que não esse alguém não demonstrasse isso. Mas mesmo que surgissem pessoas muito importantes para esse alguém, isso ainda não preenchia um vazio existente no fundo da consciência dessa pessoa. Mas essa pessoa não parava, apenas continuava seguindo em frente, muitas vezes pensando em desistir de tudo, mas sendo covarde demais para isso, assim, apenas continuando em frente, não sentindo nada, apenas desejando que um dia, algo fizesse sentido em sua vida, algo fizesse quiser viver. Mas esse alguém é muito acomodado, e é possível que isso não acontecerá .

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Fantasmas do passado

-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARGH!!!!!!!!!!

-Por que gritou dessa maneira? O que aconteceu?

-Nada. Apenas tive a visita de um fantasma

-Ah, sim. Um fantasma. Claro. E esse fantasma, por acaso é um “fantasma do passado” para que você tivesse que dar esse grito?

-Tu me conhece, sabe que eu quero que o passado vá se foder. Eu não ligo para o que já aconteceu. Era algo muito pior…

-Tipo?

-O Fantasma do futuro. Meu próprio fantasma. Meu próprio futuro.

Ainda estou vivo!!!

Estava andando com um amigo, porém ele não é um simples amigo, ele é na realidade meu melhor amigo, mas tem um porém (Eita porra, sempre tem que ter um porém), ele é meio louco. Não no sentido figurado que muitas pessoas usam no dia a dia atualmente, mas no sentido total da palavra. Uma certa vez ele foi internado num hospício mas, na mesmo dia, com a ajuda de um meliante que era amigo dele, conseguiu fugir de lá, gerando a maior confusão que resultou na morte de outros 3 pacientes. Só para ressaltar eu era essa meliante que o ajudou. Maaaaaas nada disso interessa, já que não foi pra isso que to escrevendo essa bagaça. Voltando ao assunto principal.

Eu e esse meu amigo estávamos caminhando pela rua, na realidade estávamos no meio da rua, como dois babacas atrapalhando o transito, só que ai vem o diferencial. Não havia transito. HAHA peguei todos desprevenidos com essa. CONTINUANDO… Estávamos na rua quando esse meu amigo vira para mim e solta a frase:

 

– Cara, acho que você ta morto.

Eu fiquei com cara de bosta. Já tava acostumado com a loucura dele, mas nunca antes ele tinha falado um negócio tão escroto. Fiquei alguns segundos em silencio encarando ele e resolvi falar algo.

– Er… Cara, como assim eu morri?

– Uai véi, é simples, antes você tava vivo, agora não ta mais. O que tem de complicado nisso?

….

Nessa hora eu vi que os niveis de sanidade da conversa não iam parar de cair. Respirei fundo e continuei.

– Cara, se eu realmente morri como você falou, por que você ta falando comigo ainda?

– Eu sei lá. Eu sou louco, esqueceu?

… Droga, o argumento dele fazia sentido.

– Bem, então, o que fez você pensar que eu morri?

– Véeei, por que essa demora pra entender que tu ta morto? Eu vi você ser atropelado por um ônibus uns 10 metros pra trás.

– Como assim????????? Vamo volta lá então.

Dito e feito, voltamos e puta que pariu, realmente estava meu corpo lá. Eu não acreditava no que eu tava vendo, aquilo não podia ser possível. Tinha que ter acontecido um  bug na Matrix. Mas não, realmente tinha um corpo ali. E era meu corpo. E estava morto. Eu havia morrido. Então, eu provavelmente era uma alma, e a única pessoa que podia me ver era esse meu amigo, talvez por que ele era louco, sei lá. Mas agora como eu tinha morrido, eu podia fazer o que eu sempre quis. Hehehe.

Passaram alguma horas e dito e feito, eu estava fazendo tudo que eu queria fazer enquanto estava vivo, mas não podia. Primeiro eu aboli o uso de roupas. E, com isso, sai correndo por toda a cidade nu. A sensação do vendo batendo nos países baixos é indescritível. E, eu precisava fazer isso. E fui em direção a um vestiário feminino. Eu precisava disso. Ai você me pergunta: “Por que caralhos tem um vestiário feminino no meio da cidade? Ou melhor, por que caralhos existe um vestiário desses?”. E a resposta é: Porque sim. E sem mais questionamentos.

Voltando ao assunto, corri nu pelo vestiário, passando pelas mulheres no banho apertando todas em todos lugares e saindo correndo, apenas escutando elas gritarem. Claro que meus olhos também sangraram com as velhas que tinham lá, mas compensou. Saindo do vestiário dou de cara com meu amigo.

– E ai cara? Nunca pensei que morrer fosse tão maneiro.

– Véeei, tu lembra quando a gente ficou bêbado, roubamos um carro da policia e viajamos para a Área 51, onde fizeram experimentos com a gente e clonaram você?

– Lembro sim, por que a pergunta?

– Então, eu encontrei o cientista que fez isso com você na sorveteria, e ele falou que o seu clone fugiu atrás de uma borboleta e foi atropelado por um ônibus. Então cara, você ainda ta vivo man. UHUL. Ei, por quê essa cara? Você ta pálido.

Eu podia sentir que eu tava pingando suor. Eu conseguia escutar meus batimentos cardíacos. Eu não conseguia me mover. E atrás de mim eu estava escutando passos. Virei lentamente a cabeça e vi o inferno. Todas as mulheres que eu passei a mão, estavam ali. Não conseguia fazer nada. Vi minha vida toda passando pelos meus olhos. A única coisa que consegui foi dizer as seguintes palavras, seguidas de um sorriso, e um sinal de “joia”:

– Todas vocês possuem um corpo show de bola heim.

Tudo ficou escuro.

 

Como eu estou relatando isso, significa que me recuperei, apesar de ainda estar internado, mas, mesmo estando em estado critico, a única certeza que eu tenho é: Ainda estou vivo!!!. E vai se foder quem me clonou.

?

passo

– O que foi isso?

passo passo

– De novo…

passo passo passo

– Mais uma vez, não to delirando

passo passo passo passo

– Ai meu Deus, o que é isso?

passo passo passo passo passo

– Ta ficando mais alto…

passo passo passo passo passo passo

– Ta chegando mais perto, não?

passo passo passo passo passo passo passo

– T… To ficando com m.. medo

passo passo passo passo passo passo passo passo

– Ta aqui do lado, não consigo parar de tremer

passo passo passo passo passo passo passo passo passo

–  ……… ta aqui em frente

passo

–  …..

A triste e dramatica morte do boi que sabia falar

Em uma fazenda ai, nesse vasto mundão, sô, existe um boi. Mas não é um boi comum. É um boi especial, que sabia falar. Então, seu dono, o fazendeiro Chibatadanaxana, teve a brilhante ideia de lhe dar o nome de Boi que sabia fala. E esse boi será o protagonista do conto de hoje.

Certo dia Chibatadanaxana e o Boi que sabia fala sairam para passear pelos lindos bosques verdes que existiam ao redor dali, quando, de repente o Boi que sabia fala tropeçou numa pedra. E caiu. Sangrando. Não havia salvação para ele.

 

– Boi, ocê ta bem?

-Cof, n…. Não… E…. Eu sinto que cof cof L…. Logo irei para o outro M…. Mundo cof cof cof

A cada tossida, sangue jorrava de sua boca. Chibatadanaxana já estava em lágrimas, quando o Boi lhe disse:

– E… Eu tenho um pedido cof coff cof C…. Chegue mais perto

O fazendeiro iria fazer de tudo, afinal eram as ultimas palavras do único boi falante que existia

-Diga, mas não se esforce muito.

-Cof cof, quero que d… Diga a minha esposa, que e…. Ela cof cof cof cof

O Boi que sabia fala entrou numa terrível crise de tosse. O gramado ali que antes era verde, agora era escarlate. Chibatadanaxana disse para ele não se esforçar, mas eram suas ultimas palavras, sua ultima mensagem para a esposa que tanto amava. Tinha que dizer.

– Diga para minha e…..Esposa, que ela é u….. Uma…. cof cof uma vaca.

…….

E morreu.

Saudade

A história que será contada a seguir é totalmente verídica. Então, por eu estar dizendo que é verídica, vocês devem acreditar. ACREDITAR, entenderam? Pois bem:

 

Essa é a historia de um homem. Esse homem, acreditem se quiserem, é do sexo masculino. Sim, olha só, altas revelações logo no inicio. Este homem tem uma casa, e é nessa casa que ele mora. Mora sozinho, mas aos fins de semana uma diarista vai a sua casa para limpar. Fora isso, ele raramente recebe visitas. Sua mãe havia morrido a pouco tempo e o pai um dia saiu pra comprar cigarros, voltou com aids e morreu logo em seguida. Tal homem teve que cuidar do irmão mais jovem, mas como o destino é um grande filho da puta, o jovem irmão virou cantor de arroja e foi deserdado por ser um imbecil. E o homem não possuía muitos amigos, no máximo 2, e eles nunca se encontravam fora da faculdade.

Esse homem nunca teve sorte no amor, gostou de uma pessoa só, e essa pessoa nem ligava para ele. Talvez isso acontecesse devido ao homem não ter telefone, mas esse não é o foco. Mesmo distante da mulher que ele amou, ele continuou a amando, e é isso. Essa é a parte da vida amorosa desse homem, não é importante mesmo.

Esse homem vivia dentro de uma rotina. Acordava, trabalhava, estudava e dormia. Todo santo dia isso, exceto nos finais de semana, onde ele literalmente não fazia nada. Ficava olhando o tempo passar. Para muitos, essa seria a definição de uma vida medíocre, mas para o homem era o contrario. Ele adorava essa vida. Ai você me pergunta: “Batata, seu foda, como alguém pode conseguir adorar essa vida de bosta?” E eu lhe respondo caro leitor, primeiramente, me chamar de foda é pleonasmo, segundamente(sim, eu sei que isso não existe), o homem adorava aquela vida, pois ele tinha um sonho que queria realizar mais do que qualquer outra coisa, e viver dessa maneira era uma maneira de chegar a realização desse sonho. Um sonho grandioso, que a grande maioria das pessoas desistiriam de tentar, apenas por parecer impossivel. Mas o homem tinha perseverança, e continuaria até o fim, perseguindo tal sonho.

Que sonho é esse você me pergunta? É serio que até agora não percebeu? Está tão claro qual é o sonho. Esse homem possui o incrível sonho de ser uma beterraba. Sim, ele queria se tornar esse legume(?), porque sim. E, depois de vários anos perseguindo esse sonho, no ano de 2018, ele se realizou. O homem se tornou uma beterraba. Tudo estava perfeito. E ficou perfeito até o final.

 

FIM.

 

Por que o texto chama Saudade? Porque sim, e sem mais perguntas.

Uma dor emocional tão grande que chega a apertar o coração.

“Era uma noite escura. Não havia lua, muito menos estrelas. Acho que foi a primeira vez que eu via uma escuridão tão densa. Até a escuridão que ocorre quando se fecha os olhos era fraca comparada com a escuridão que essa noite se encontrava. Não parecia algo natural, tinha um certo tom, algo estranho, parecia até algo sobrenatural.

Era mais ou menos 23 horas quando eu reparei nessa escuridão anormal. Eu tinha saído de casa não devia ter nem meia hora, mas não importa a quanto tempo eu sai, eu não consigo lembrar o motivo de ter saído. Como já estava na rua, não custava nada andar mais um pouco, já que caminhar faz bem para o corpo, e fora isso, havia uma brisa refrescante. Fui caminhando, mas por incrível que pareça, nenhum pensamento vem em minha mente. Isso é estranho pra caralho, pois eu nunca antes tinha ficado com a mente totalmente em branco.

A rua era estreita, mas era toda esburacada, parecia que eu tava no Brasil. Olhei em minha volta e não tinha nenhuma casa “convencional”, tudo que eu conseguia perceber naquela escuridão era que só tinha prédios ali, mas não deu pra perceber se eram prédios  de apartamento ou prédios industriais. Os postes de luzes estavam acesos, mas não iluminavam mais que um pequeno fósforo aceso.

As vezes eu trombava num orelhão, outra com uma lixeira, já tava ficando todo roxo, mas o ápice veio quando pisei numa merda de algum cachorro qualquer. Isso foi um sinal pra minha caminhada chegar ao fim e eu voltar para casa. Eu não fazia ideia de onde eu tava, mas era simples voltar pra casa, já que eu simplesmente andei para frente. Comecei a andar de volta. Depois de um bom tempo com a mente em branco, apenas um pensamento rápido veio em minha mente: “Por que diabos não tem ninguém na rua?”. Por mais que seja, sei lá, meia noite, deveria ter algum movimento na rua. Mas nada, nem carro, nem pedestres. Será que tem algo a ver com essa escuridão? Logo após isso, simplesmente parei de pensar nisso,e minha mente automaticamente voltou a ficar em branco.

Voltando meu caminho, percebi que a brisa fresca tinha parado, e eu seu lugar, tinha um vento frio. Isso simplesmente aconteceu do nado, então eu me assustei (não que eu seja alguém que entende sobre ventos, mas foi estranho). E bem, logo depois me acostumei. “Esse tempo atualmente está muito doido, com certeza é tudo culpa do aquecimento global.” – Falei na hora, apenas para mim mesmo.

Acelerei o passo, não queria pegar um resfriado ficando exposto ao frio. Quanto mais próximo eu estava de casa, mais forte ia ficando o vento. Já sentiu um vento tão forte que chega a cortar? Eu nunca, até essa noite, quando uma rajada de vento veio ao meu encontro, e abriu uma ferida em meu rosto, jorrando um pouco de sangue no ar. era uma dor horrível e agoniante, quase comparável a dor de se cortar com papel.

O corte do meu rosto não foi o único. Quanto mais eu me aproximava, mais o vento ficava forte, e mais eu me cortava. Quantas horas será que eram? Não fazia a menor ideia, mas se eu continuasse a perder sangue nesse ritmo, eu ia desmaiar antes de chegar em casa. Precisava ser forte e conseguir. Eu tava perto, dava pra sentir pela intensidade do vento. Reconheci o meio fio quebrado de meu vizinho quando tropecei nele. Eu havia conseguido chegar em casa, e o vento havia parado. Mas havia algo estranho. No lugar em que havia minha casa, era apenas um terreno baldio. E no centro dele tinha algo grande, com uns 3 metros, e largo. Eu precisava saber o que era aquilo, e o que aconteceu com minha casa. Me aproximei e seja lá o que estiver naquele local, se mexeu e aparentemente me encarava.

– Olá senhor Gigitomanericki

– Er…. olá – Caralho, essa porra ta viva, e ta falando comigo.

– Sabe por que está tão escuro assim?

– Não, ‘você’ sabe?

– Sei, e não precisa de usar aspas para se referir a mim. Sou uma criatura viva, mas não sou humano. Eu me chamo Flyador. E eu causei essa escuridão.

– Você causou essa escuridão? Como? E espera ai, como que você sabia meu nome quando cheguei aqui?

– Hahahahaha, uma pergunta de casa vez meu jovem. Eu causei essa escuridão pois antes de vir para esse planeta, eu estava com tédio. Ai comi a lua e todas as estrelas desse sistema solar. Aquele vento que te cortou todo também foi causado por mim, mas ele foi uma consequência de comer isso que comi. Sabia que comer Luas e Estrelas dá muito gás? E bem, eu sei seu nome pois antes de pousar eu andei te observando, também fui eu que fiz você querer sair de casa. Apenas mexendo um pouco dentro do seu cérebro. E antes que pergunte, sua casa, eu comi ela também. Me pareceu muito gostosa.

Minha cabeça tava latejando. Que porra era essa que eu tava ouvindo? Um E.T. comeu a lua e as estrelas, comeu minha casa, e essa porra tava peidando em mim? Era demais pra mim ter que aguentar.

– E por que você tava me observando?

– Ora, não é óbvio?

– Não. Nenhum pouco.

– Ah, humanos, tão lentos… É algo simples, quando eu te vi, te achei muito gostoso, então eu fiz tudo isso pra poder te comer.

Eu me assustei na hora, e tentei fugir, mas tava escuro demais, e tropecei. E apenas vi aquela monstruosidade se aproximando de mim. Eu queria gritar mas a voz não saia. Depois disso, tudo ficou escuro”.

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– Então, senhor policial, foi assim que eu fui molestado. Quando eu acordei, era dia, e minha casa tinha voltado, mas… Você sabe o que não tinha voltado ao normal…

– ………. Tudo bem jovem, o boletim de ocorrência foi feito. Vamos atrás desse “alien” que te desvirginou.

– Obrigado por não rir da minha história.

Assim, acelerei a minha cadeira de roda e sai da sala do policial. Assim que sai, um outro policial entrou na sala em que eu estava, e os dois começaram a gargalhar. Aquele outro policial devia ter contado uma piada muito boa. Voltei para casa e vivi o resto da minha vida, com medo de aquele alien me encontrar, e com a parte abaixo da cintura dormente.

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Ps: Esse texto não tem nada a ver com o titulo. Há, enganei todos vocês.

Ps2: Esse texto foi bolado enquanto eu estava tendo um ataque súbito de tédio durante a aula de calculo, então as chances de isso ter saído uma bosta são bem altas.

Nada.

Em um lugar calmo e belo, havia uma luz clara e suave, que passava a estranha sensação de calor, que também era deveras aconchegante, e pode-se dizer que causava até certa felicidade. Tudo nesse lugar era bom, sem quase nenhum problema. Era um lugar relaxante. Mas surgiu uma pessoa nesse lugar. E tudo ficou bagunçado. A sensação de calor aumentou muito, até em um nível em que qualquer pessoa morreria. Mas ao contrario do que parece, o belo lugar não ficou ruim, apesar de toda a confusão, ficou melhor ainda lá. O que antes era um pequeno foco de felicidade, virou uma imensa quantia da mesma. Essa pessoa causou tudo a esse lugar. Mas como sempre, se tem aquele clichê de nada que é bom dura para sempre. E esse lugar, antes e aconchegante foi ficando cada dia mais frio. A pessoa fazia isso, mas nem sabia como ou porque. Era uma pessoa que podia se dizer inocente, mas que sem perceber foi destruindo aquilo. Com o tempo, o que antes era belo, de belo não tinha mais nada. A luz, que causava o pequeno calor no inicio e o imenso calor no depois do aparecimento da pessoa, se apagou, deixando uma escuridão densa e pesada.

Escuro

Frio

De tudo que havia de bom lá, apenas isso sobrou…

… Um grande local de nada.

Nada

Sem criatividade pro titulo, vai assim mesmo.

Era uma vez uma jovem gaivota que se chamava Samuel Shurumela, que tinha apenas um sonho, sonho que eu não sei qual é, pois S.S. (vou chama-la assim para evitar a fadiga), é uma gaivota e humanos e gaivotas não falam a mesma língua. Pois bem, S.S. todo santo dia voava e voava, comia, voava e voava, comia de novo e dormia. Todo santo dia era a mesma coisa. Era uma vida de gaivota igual a todas as outras, mas S.S. já estava de saco cheio disso e queria ser diferente. Então em uma certa manhã, ela não foi voar pelos ares oceânicos igual antes. Ela foi voar para a cidade e lá se encontrou com uma pomba. Essa pomba era meio louca e ficava girando e girando, por isso era apelidada de PombaGira.  S.S. pediu uma dica de como ser mais descolado e tal, e a pomba simplesmente disse:

– grrrrrrou grou grou

S.S. Entendeu o recado. E então partiu em sua missão de virar uma gaivota mais descolada. Foi fazer uma tatuagem. Chegando no tatuador, apontou para uma tatuagem que estava no mostruário. Passaram algumas horas e S.S. saiu de lá com a incrível tatuagem de um unicórnio rosa que vomitava corações, agora S.S. era uma gaivota macho ao extremo.

S.S. estava tão feliz com sua nova tatuagem que começou a voar sem se preocupar pelo céu da cidade, voou tão alto que acabou entrando dentro da turbina de um avião.

Pois é, seu local era no mar, jovem Samuel Shurumela.

E com esse texto, eu me despeço de vocês, leitores..