Demoníaca humana.

Antagônicos

Mordi-lhe os suculentos lábios até que uma pequena demonstração vermelha do sangue puro aparecesse. O gosto de ferro forte me encheu. Passei as mãos sobre os seios não tão grandes, mas que demoníaca, me fascinava, me excita só de olhar.
– Me beija? – Deixou intrínseco o “onde”. Beijei onde me deu vontade. Ah, que lábios!
O corpo dela pagava fogo, e toda essa chama me consumia, fiquei bêbado de gozo.
– Você me enlouque – Mas do que adianta fizer isso? Já sou louco, a jogar na parede de costa, puxando o cabelo molhado do nosso suor, só fez provar o diagnóstico.
– Louco – Ela riu tilintando o ar como se fosse como um copo cheio de champanhe.
Tentou se desvencilhar de meu laço, adoro a enlaçar. O corpo tão pequeno, tão perfeito, tão encaixe no meu.
Parecia uma obra de arte a ser agraciada, nada que eu…

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