Aliança dourada.

Alguma coisa me diz, lá no fundo.

Um sussurro, uma certeza.

Nada mais que um medo.

A permanência do quebrado.

O desjunte dos juntados.

A verdade embaçada.

O fracasso vivenciado.

Entre todas essas certezas, continua a permanência, o coração dilacerado, a tentativa do que já está acabado.

E por isso, eu olho todos os dias para os cacos. A imagem que me tornei.

E diante de mim, eu continuo escutando, os sussurros sem fim.

Acabou, mas as mãos continuam dadas.

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