Crescer é se olhar no espelho e se re-conhecer.

Eu visto minha covardia de medo e espero que o tempo não passe. Eu deito e durmo para fugir das minhas responsabilidades e espero que o tempo passe. A covardia vestida de medo me dá calafrios: encarar a vida é dolorido.

É como se meus ossos e minha carne estivesse crescendo e repuxando os nervos e pêlos e me fizesse crescer, de criança à adolescente, de adolescente à adulto e eu, perdida no meio desses três fico escondida num canto.

O medo e o receio me fazem acreditar que nada é possível, tudo dará errado e esse é o meu medo, do desconhecido.

Paralisada no mesmo lugar, sem andar, sem olhar, sem sentir ou sonhar. Minha covardia me dá calafrios.

A verdade dói e eu a conheço, mas como sair desse buraco? Essa transição de adolescente para adulto não vem com manual. Todos esperam algo de você, mas você não pode esperar nada de ninguém.

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