Alprazolam na minha vida. Diazepam no meu glúteo. 

Estou tão ferida. 

Tudo dói. 

Lateja. 

Corrói. 

Meu corpo cheio de feridas. 

Por dentro um buraco vazio. 

Meu choro cheio de desvios. 

Não cai, entra. 

Tudo dói. 

Das pernas ao peito. 

Tudo lateja. 

A face – a alma. 

Tenho cura? 

O remédio é caixa preta. 

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Um pensamento sobre “Alprazolam na minha vida. Diazepam no meu glúteo. 

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