Papel almaço.

Passei a mão pela curva do teu pescoço, me perdi nas ondas do teu corpo.
A pele bronzeada pelo sol.
Eu poderia ficar horas de olhando.
Poderia até acreditar te amar.
Teu corpo seria meu, teus olhos seriam meus.
Teus pensamentos para mim.
Todos os dias comigo.
Teus lábios diriam o meu nome.
Teu corpo pediria meu calor.
Tuas lembranças repletas de meu rosto teu amor o meu amor.
Me perdi olha do o teu rosto, sua existência não sai do papel.
Abriu a tua boca e falou “Silêncio querido, eu conheço todos os teus segredos.”
Você nunca existiu.

Ester Sousa.

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