A globalização tomou conta do amor.

Seus ossos estão pesados.
A dia de labuta me quebrou.
Os pés descalços arrastando para o quarto.
Os humanos vivem para serem comercializados.
O que vou comprar hoje?
Nada.
Trabalhar pra pagar.
O que viramos não mais que rótulos?
Nada, somos todos comprados.
Me compre.
Me vende.
Me faz de capital.
Os meus olhos pesados cansaram das propagandas.
Não há para onde fugir.
Cercaram as ilhas, Inglaterra.
Nos fecharão os seguidores de Napoleão.
Quem somos nós?
Compre.
Vende.
Não há onde viver escondido nesse mundo globalizado.
Meus ossos fracos vive toda segunda feira esperando que o tempo passe e chegue logo o sábado.
Ah, que vida sem tempo.
Vivi e não existe.
Estamos todos vendidos e mal entendemos.
Quanto custa essa banana?
Parece até que tudo mudou depois de 1929, 2008.
As crises nos fez monstros.

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