Profundo, vi a alma. Sei que essa não é a primeira. Não eu.

Em quem me transformei?
Me transformei nesse conto de fadas?
Em que me vi?
Em quem me fez?
O anjo desse pedaço de corpo despenou-se quando caiu ao chão.
Ao fim sabemos, o feliz para sempre se transformou em the and.
Sorri para mim?
Mas sabe que o vazio que fica, preenche no momento sempre volta para nos engolir.
Em que me vi?
Nessa princesa sem coroa, com as roupas em farrapos ou com o coração dado?
Doei, doeu, doou.
São vogais.
São pessoas.
São a mesma coisa quando o contexto muda.
Não mudei.

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