A Alma e o Corpo.

A velha andava com dificuldade. A idade avançada deixava suas marcas no corpo.
Ela olhava para o sofá com cheiro de flores.
– Janice! Venha cá! Anda menina! – Veio uma menina pequena de cabelo preso.
– Sim dona?
– Quem te da comida?
– A senhora.
– Quem te da teto?
– A senhora.
– Um lar, que a colhe do frio, comida, uma vida?
– A senhora.
– Então menina, está viva graças a quem?
– A Deus. – A menina sussurrou baixinho.
– O que? – A velha gritou surda.
– A senhora.
– Então menina, eu faço isso tudo por você. Me sacrifico por ti. Ao menos limpa essa casa direito! Olha que cheiro horrível daquele velho morto! – A menina olhou com desdém a velha e começou a limpar.
É isso que a Alma ganha em recompensa, um corpo reclamão.
A menina sou, era uma criança livre, mal o Corpo sabia que ele que era preso. E tinha companhia.

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