A luz que brilha de longe me mostra que nem tudo deve seguir.

Me olhe, por favor, não percebe que estou aqui? 
Me aconchegue, por que é tão cruel com o amor? 
Por favor, venha me abraçar, não sei quem sou. 
Me deixou só, me deixou sem só e não se esqueceu da adaga fincada. 
Me tire dessa parede de vidro, estão olhando. 
Detesto que olhem. 
Onde foi? 
O que foi que eu fiz?
Me dói a alma, me dói até onde não devia doer. 
Passa para longe de mim, volte para onde de onde veio. 
Me inclina, me inclina. 
Me joga para fora desse barco. 
Me perdi na minha própria cama. 
Lembranças são labirintos sem volta. 
Traduzi teus gestos como não se pode ou queira. 

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