De-me aquilo que perdi numa aposta de mentiras.

Votei como um som perdido no ar, carregado pela sonoridade das notas.
Sou uma mulher, acredita?
Não pense que não.
Faça-me verdadeira, depois das mentiras que me contou.
As batidas da música subiu, estão quebrando as paredes de m’alma.
Acabou, meu vazio me preencheu com um ar reprisado cheio de vácuo no espaço.
Fugi como uma batida, um UFO em terra estranha.
Aqui mulher é condenada a ser o que somos.
Todas donas da tua casa.
Venha Morfeu, traga tuas areias para meus braços, que a insônia já se tornou meu café vital.
Feche os olhos.

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2 pensamentos sobre “De-me aquilo que perdi numa aposta de mentiras.

  1. Vou repetir: amo o que você escreve
    Foi muito encantador o que escreveu, me arrepiei na parte do : ”Sou uma mulher, acredita?” e foi muito poético a parte do ” Venha Morfeu, traga tuas areias para meus braços, que a insônia já se tornou meu café vital.” Encantador.
    Já pensou em escrever um livro?
    bjs
    sz

    • Bom, escrever um livro exige muita coisa, como esforço, vida. Eu tenho a última parte, mas a primeira. Escrever um livro cansa, se torna monótono, mas sabe o que penso? Em juntar tudo o que escrevo num livro de poemas e contos. Acho que ficaria legal. E fico muito feliz que você goste do que escrevo, é com amor, dor, paixão, solidão, sentimentos crus que transformamos em escrita.
      Beijos e abraços.

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