Carnificina daquilo que se acha bom.

O prêmio é esse, quem perde ganha.
Lábios rachados de tanto murmurar.
Fome em meu estômago.
Podridão em minhas entranhas.
Meus corpos transformaram em cadáveres decompostos.
Os vermes me lambem a carne envelhecida.
O meu dia começou, na madrugada que se dorme.
Me deixe cheirar, fumar, injetar.
Meu corpo podre, minha vida desperdiçada.
Nem meus ossos me sobrou.
Ainda a escuto sussurrar “Vai se arrepender”.
E quando escuto isso eu rio alto, tento afastar o que minha consciência trás de volta.
Meus cadáveres podres, tão queridos.
Sou eu quem denota o sim ou o não.
Não fuja de mim, pesadelos nunca se vão.

Anúncios

Comente.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s