Demônios na mente vazia.

Freneticamente, a cabeça de um lado e outro dançando sobre um corpo cheio de medo dentro de si. Despacha-te. Não, não era tão fácil. Enquanto o medo consumia o corpo a cabeça dançava, tentando tirar os demônios insanos que martelavam a mente. Saiam! Mas nem gritos, nem danças, nem músicas seriam fáceis. Liberdade de si mesmo. Dançando novamente com a cabeça balançando a mulher o chamou. Dos olhos se viam apenas um opaco vencido. Ele gritou com ela, cheio de raiva em si. -Saia daqui – dizia. Se esquecia que os demônios só agiam quando ele queria. Pediu desculpas, mas se fossem sinceras não teria magoado primeiro. A cabeça continuou dançando, o corpo mexendo. O medo espalhado, o primeiro sintoma de um homem que seria dali um pouco um novo perdedor.

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