Um pedaço de vida em cromossomos.

Deitada em minha cama eu me pego tentando sonhar, mas as imagens fugiram de mim, os sons tampouco me sobrevoam.
Tenho te tentar.
Quem que quando criança não se lembra da primeira memória?
Eu. Não me lembro mais nem meu nome.
Nome é quem define gente, além do emaranhado de letras, é a pureza.
Já não se encontram boas personalidades, cheios de casulos vazios, as boas borboletas já não duram mais.
Construí uma torre de vento, tempestades não alcançam, destruir aquilo que não foi feito não adianta.
Chora menina pelo tempo que te resta, eu morro a cada segundo, mas não é a verdade que me afeta, sorrisos.
Tenho comigo que minha cabeça é um dadaísmo.
Chega de cacofonia, me explica, o que é isso?
O mesmo lugar de antes, minha cama. Jaz aqui o meu sonho, dormi.

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