Não peço desculpas pelo que não fiz.

A situação está tão critica que eu ando pedindo beijo só pra te calar. Você não percebe suas palavras se desvairado no ar.
Um sufoco in-significante é o que sinto, fujo das palavras tão temidas.
Não sei como te dizer não, não acredito em signos, o meu está errado, sou tão teimosa quando um leão, ou seria capricórnio?
Mil desculpas eu te digo, mil palavras te omito, não quero ter que dar a palavra final, meu coração não é de mármore.
Sinto ter que me matar, sinto ter que te matar, mas só há uma opção.
Entre você ou eu, opto eu.
Duplo significado, está em tantas partes, como é achar o errado quando não existe o certo?
Máquinas de igualdade faz um cidadão?
Pessoas optando o diferente, na justiça quer igual.
Não entendo humanos, ironia eu ser um.
Todos dizem loucos, mas todos são iguais, no fundo do fundo que querem ser estranhos para a solidão não chegar arrasando esses pobres corações.
Por acaso descobri minha dúvida, ela estava nas rimas não intencionais.
Odeio rimas não intencionais, faz me sentir viva no meu próprio enterro, como no sonho de anteontem, outro ser estranho.
Estória para depois.
Sou tão normal quanto você, apenas como comida diferente, você é o que come.
Eestou cansada de fingir o que não sinto, mas um beijo pra te calar, juro que… Na verdade não faço nada.
Eu sei que hoje te magoei, só não consigo pedir desculpas pelo que não sinto.
Consciência leve, pesada aqui só minhas palavras.

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