Novamente eu te digo, não tente entender com a mente.

Dentro de mim ha um frio inconstante.
Perpetua meus dias fadigos.
Em meus olhos a escassez se acaba por mérito impróprio.
Os meus lábios estão selados, e do selo um melado, doce pungente, cheiro constante.
O calor que sinto é externo, assim como sorrisos.
Todos sem esmero.
Já dizia há muito tempo, que os ventos que se vão, são os mesmos que retornam.
Novas histórias, a excentricidade nasceu do chão, um homem.
Excite, dissolva, repete, aconchego, me liberte.
Quando eu voltar, por favor, te espero para a janta.
As cores definem a vida, a sociedade se diz “branca”, no fim um lamento.
Deve-se entender que o começo é índigo.

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2 pensamentos sobre “Novamente eu te digo, não tente entender com a mente.

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